Postagens

Mostrando postagens de dezembro, 2025

Esgotamento no Parque Municipal

Imagem
  Menino anda com avó brincado com bola de futebol Mãe e filho comem açaí na lanchonete da praça Crianças brincam na montanha russa infantil (gritam) Pessoas remam em barcos no lago Famílias andam e sentam Pais seguram seus filhos pequenos no colo Helicóptero passa no céu Famílias sentam em cangas e fazem piqueniques Alguns moradores de ruas contemplam seus arredores Barulho de música alta ao fundo Barulho da água da fonte Barulho de vozes para todo lado Barulho de carros que passam Som de passarinho cantado Folhas caem das árvores de vez em quando Casal navega no barco, homem rema Espaço pequeno, então o som não dispersa levando a uma ambiente barulhento Pássaro voa Diversidade de pessoas, idades, cores, etnias, classes sociais Algumas mexem no celular (mídias sociais) ao invés de estar no momento do parque Menininha grita "papai" com bola inflável de futebol na mão Algumas pessoas tocam música própria Banheiros químicos Pombos bebem água do lago Árvores com marcações no tro...

Desenho isométrico

Imagem
 

Processo de projeto Pavilhão no Parque

Imagem
 Ideias iniciais  A proposta central da instalação seria de permanência com base no termo "encostante", termo cunhado pelo prof. Dudu durante as primeiras monitorias do "Não-objeto" instalado no parque. Além disso a partir dela e das tramas que a compõe seria possível criar uma interação de manuseio e confecção de tramas individuais acopladas ou não com a trama fixa/estável pelo público. Local de instalação Serão feitas 4 estruturas que conversam entre si, formando um circuito de locais escaláveis e encostáveis.  Desenhos Área um pouco mais geométrica, com dois pavimentos, sendo possível andar na parte de baixo e no "teto" da estrutura, p ermitindo pessoas que não queiram/possam escalar aproveitarem o pavilhão. Modelagem  As modelagens foram feitas no Blender, no sketchup e no Arquicad

Registros entrega-interação Não-Objeto

Imagem
  Fotos  Link vídeos das interações: https://youtu.be/vL3m0V2M8Jg?si=26i9oZtHpswlwH6w

Deriva demorada no Parque: registros e mapeamento sensível

Imagem
Mapa da deriva O parquinho estava vazio, sem uma alma infantil à vista, exceto as nossas. Então, para investigar sua estrutura da forma como ela devia ser experienciada, subimos no brinquedo. Sua forma geométrica se diferencia dos parquinhos convencionais, que geralmente são mais figurativos, com casinhas ou casas na árvore, por exemplo. Esse, porém, era bem abstrato. Esse local foi capturado de maneira estratégica pela equipe: está em um terreno relativamente plano em comparação com outras partes do parque e também possibilita uma visão panorâmica para o lago e a pequena ilha. Bem no centro do parque, ele não podia ser deixado de fora: o lago. Imaginamos que, eventualmente, todos os grupos acabariam aqui. O lago traz uma sensação de tranquilidade, como qualquer corpo d'água parado, o que contribui ao objetivo do parque de promover lazer e bem-estar. Registros da deriva

Processo de desenvolvimento Não-Objeto no Parque

Imagem
 Ideias iniciais Portais com linhas dentro com objetos móveis gerando interação. Essa ideia não foi levada para frente.  Linhas de materiais diferentes no meio da ponte, gerando interação durante a passagem, visualmente e de forma sensorial. As linhas também podiam ser mudadas de lugar e recolocadas de formas diferentes. Essa ideia não foi levada para frente por impedir o acesso à ponte e talvez gerar uma insegurança na passagem de pessoas.  Usando essa ideia de inspiração pensamos em criar um apoio onde as pessoas pudessem criar as próprias tramas.  Primeira construção da ideia Desenhos representando as ideais discutidas

Exercício Corpo no espaço

Imagem
 

Local Escolhido no Parque

Imagem
 Escolhemos a Ponte de Madeira porque algumas de suas características chamaram imediatamente nossa atenção: a forte inclinação, provavelmente necessária para permitir a passagem de barcos sob sua estrutura, a aparência antiga e o fato de funcionar como acesso à chamada "Ilha dos Amores”. A textura da madeira, os sons do lago com seus patos e o fluxo constante de pedestres, seja em direção à ilha ou apenas circulando ao redor da água, também contribuíram para que o local se destacasse. A ilha abriga uma estátua de Anita Garibaldi e, junto ao ponto mais alto da ponte, oferece uma vista ampla e elevada do parque e do lago. Algumas restrições observadas incluem a própria escadaria e a inclinação acentuada, que podem limitar o acesso de pessoas idosas ou com mobilidade reduzida. Além disso, a largura da passarela impõe limites ao tamanho do não-objeto, que não deve ultrapassar o guarda-corpo devido à proximidade direta com o lago. É provável que seu ponto de apoio precise ser justamen...

Link do Miro

 https://miro.com/app/board/uXjVJ6pz-gQ=/?share_link_id=901758157809

Inhotim

Imagem
 

Fichamento Hertzberger parte "A - Domínio Público"

 Retomando a ideia de responsabilidade do projetista discutida por Flusser, Herman Hertzberger, nos capítulos iniciais de sua obra, critica a divisão rígida e dicotômica entre público e privado, tal como se consolidou ao longo do tempo. Para ele, essa separação extrema é prejudicial porque contribui para o enfraquecimento do espaço público e de sua valorização pelos próprios usuários. As ruas, antes locais de convivência espontânea, encontros entre vizinhos, brincadeiras de crianças, conversas após o trabalho, aos poucos foram perdendo essa vitalidade. É comum ouvirmos de familiares mais velhos relatos sobre como passavam horas do lado de fora, vivendo intensamente esses espaços compartilhados. Esse processo ocorreu de forma relativamente espontânea no contexto brasileiro, especialmente nas periferias e bairros residenciais, mas Hertzberger aponta que a Arquitetura e o Urbanismo contemporâneos também têm responsabilidade nisso, pois se afastaram de sua função mediadora de promover ...

Desenhos (observação/perspectiva) aula Praça da Liberdade

Imagem
 

Design: Obstáculo para remoção de obstáculos? (fichamento)

 Lygia Clark, Mário Oiticica, Julio Le Parc e os demais artistas estudados em aula demonstravam, cada um à sua maneira, grande interesse pela relação entre obra e público. No texto de Vilém Flusser, porém, o foco se desloca do campo artístico para uma dimensão mais prática, cotidiana e até sociológica. Ele discute como, ao longo da história humana, criamos utensílios, ferramentas, pequenos objetos, engenhocas e “bichos” que nos ajudaram a superar limitações impostas pela natureza. Partindo disso, Flusser observa que uma visão voltada exclusivamente para o objeto, entendido apenas como coisa material, empobrece seu potencial. O que realmente importa, segundo ele, é a função que essas coisas desempenham ao mediar relações, diálogos e interações entre as pessoas. Ele chama a atenção para a responsabilidade de projetar equilibrando forma, função e relação, de modo que os artefatos mantenham sua relevância ao longo do tempo. Ainda assim, Flusser não cai na ilusão de criar objetos perm...

Exercício não objeto individual

 

Exercício Não-Objeto - objeto mãe

Imagem
 

Pesquisa: obras “não-objeto” + artistas cinéticos

Imagem
 

Desenho de observação Cadeira

Imagem
 

Zine Experimental Abstrato

Imagem
 

Fichamento "Teoria do não objeto"

 A teoria do não-objeto, formulada pelo poeta e crítico de arte Ferreira Gullar, nasce como uma resposta e um avanço em relação ao neoconcretismo, movimento do qual ele próprio fez parte. Gullar propõe um afastamento da ideia tradicional de obra como algo físico e fixo, defendendo que a arte deve desprender-se da materialidade para tornar-se uma experiência dinâmica e em constante transformação. Para ele, o não-objeto não pode ser delimitado como um objeto convencional, mas deve ser entendido como um campo de relações, uma configuração que se revela no tempo e no espaço por meio da participação do espectador. Assim, a obra deixa de ser um resultado pronto e passa a constituir um processo permanente, no qual o sentido se realiza na vivência do momento. Nessa visão, a arte privilegia a percepção sensível, a intuição e o envolvimento ativo do público, que deixa de ocupar a posição de observador passivo para assumir o papel de cocriador da experiência estética. O ponto central dessa t...

Desenho de perspectiva da EA

Imagem
 

Desenhos de observação 3 objetos do cotidiano

Imagem