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Esgotamento no Parque Municipal

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  Menino anda com avó brincado com bola de futebol Mãe e filho comem açaí na lanchonete da praça Crianças brincam na montanha russa infantil (gritam) Pessoas remam em barcos no lago Famílias andam e sentam Pais seguram seus filhos pequenos no colo Helicóptero passa no céu Famílias sentam em cangas e fazem piqueniques Alguns moradores de ruas contemplam seus arredores Barulho de música alta ao fundo Barulho da água da fonte Barulho de vozes para todo lado Barulho de carros que passam Som de passarinho cantado Folhas caem das árvores de vez em quando Casal navega no barco, homem rema Espaço pequeno, então o som não dispersa levando a uma ambiente barulhento Pássaro voa Diversidade de pessoas, idades, cores, etnias, classes sociais Algumas mexem no celular (mídias sociais) ao invés de estar no momento do parque Menininha grita "papai" com bola inflável de futebol na mão Algumas pessoas tocam música própria Banheiros químicos Pombos bebem água do lago Árvores com marcações no tro...

Desenho isométrico

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Processo de projeto Pavilhão no Parque

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 Ideias iniciais  A proposta central da instalação seria de permanência com base no termo "encostante", termo cunhado pelo prof. Dudu durante as primeiras monitorias do "Não-objeto" instalado no parque. Além disso a partir dela e das tramas que a compõe seria possível criar uma interação de manuseio e confecção de tramas individuais acopladas ou não com a trama fixa/estável pelo público. Local de instalação Serão feitas 4 estruturas que conversam entre si, formando um circuito de locais escaláveis e encostáveis.  Desenhos Área um pouco mais geométrica, com dois pavimentos, sendo possível andar na parte de baixo e no "teto" da estrutura, p ermitindo pessoas que não queiram/possam escalar aproveitarem o pavilhão. Modelagem  As modelagens foram feitas no Blender, no sketchup e no Arquicad

Registros entrega-interação Não-Objeto

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  Fotos  Link vídeos das interações: https://youtu.be/vL3m0V2M8Jg?si=26i9oZtHpswlwH6w

Deriva demorada no Parque: registros e mapeamento sensível

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Mapa da deriva O parquinho estava vazio, sem uma alma infantil à vista, exceto as nossas. Então, para investigar sua estrutura da forma como ela devia ser experienciada, subimos no brinquedo. Sua forma geométrica se diferencia dos parquinhos convencionais, que geralmente são mais figurativos, com casinhas ou casas na árvore, por exemplo. Esse, porém, era bem abstrato. Esse local foi capturado de maneira estratégica pela equipe: está em um terreno relativamente plano em comparação com outras partes do parque e também possibilita uma visão panorâmica para o lago e a pequena ilha. Bem no centro do parque, ele não podia ser deixado de fora: o lago. Imaginamos que, eventualmente, todos os grupos acabariam aqui. O lago traz uma sensação de tranquilidade, como qualquer corpo d'água parado, o que contribui ao objetivo do parque de promover lazer e bem-estar. Registros da deriva

Processo de desenvolvimento Não-Objeto no Parque

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 Ideias iniciais Portais com linhas dentro com objetos móveis gerando interação. Essa ideia não foi levada para frente.  Linhas de materiais diferentes no meio da ponte, gerando interação durante a passagem, visualmente e de forma sensorial. As linhas também podiam ser mudadas de lugar e recolocadas de formas diferentes. Essa ideia não foi levada para frente por impedir o acesso à ponte e talvez gerar uma insegurança na passagem de pessoas.  Usando essa ideia de inspiração pensamos em criar um apoio onde as pessoas pudessem criar as próprias tramas.  Primeira construção da ideia Desenhos representando as ideais discutidas

Exercício Corpo no espaço

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